quarta-feira, 11 de março de 2015

DIÁRIO GRUPO DE TEATRO UVV 02/03/ 2015

DIÁRIO GRUPO DE TEATRO UVV  02/03/ 2015

VINICIUS COUTI
@VINICOUTI

Nosso segundo encontro de 2015, a aula foi conduzida pela monitora Rafaela; onde ela aplicou todo o aquecimento alongamento e fez a iniciação da nossa nova intervenção. Primeiro vou explicar como vai funcionar a intervenção "DIVERSIDADE" Já erra uma ideia antiga, assim que começamos os trabalho de intervenção, já tínhamos essa ideia em mente; mas surgiu uma ocasião adequada para se justificar a ação; Apesar de uma fala de um amigo professor de circo Wesley Fernandes; "Para arte não existem justificativas' o mês de março e reconhecido como o mês da diversidade, então aproveitamos o ensejo. 

DESCRIÇÃO DA AÇÃO: 

Nessa ação os atores utilizaram roupas do sexo oposto, mas mantendo toda a ação física e esteriótipos do seu sexo de origem, causando um paralelo ao campo de visão e campo de ação física, trazendo o contraste necessário para uma boa intervenção. (segundo minha concepção já citada em relatos anteriores) destribados em casais nos espaços da UVV eles protagonizaram cenas de romance.


Objetivos:

Fazer com que o publico questione oque é a Diversidade,  e trazer o tema como algo comum e igual. Casais Transvestidos, mas se repararmos bem, vemos  a normalidade de casais héteros.

Questões levantadas durante o trabalho experimental de corpo:

Como eu como homem vestindo uma roupa de mulher, consigo me afastar de esteriótipos homossexuais ?

Como buscar esse corpo feminino ou masculino, sem cair no Gay ou no lésbico?

Como eu com uma roupa oposta ao meu sexo, posso fazer com que ela fique despercebida? como fazer com que minhas ações  se dilate mais do que meu figurino, e não sai da natural?

- Essas questões me veio em mento durante o processo, e tentei buscar respostas pera elas, e soluções para esses problemas. Joguei para o grupo o desafio de aprimorar a analise do cotidiano, escolher uma pessoa de sua casa, para que observe seu comportamento para que ela consiga deslocar suas ações físicas para si. Outro ponto que observei, que a artificialidade da ação me incomodava, então foi dirigido para que as ações fossem naturais, (baseando-se nas técnicas de interpretação para cinema) pois nosso objetivo não e chamar a atenção pela cena, como em um teatro de rua, ou um cortejo;  essa intervenção o figurino já se destaca por si só, as cenas devem conter uma sutileza e normalidade para trazer o objetivo de encarar a diversidade como algo normal e corriqueiro.
Deixamos essas propostas para aprofundar no próximo encontro.



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