Iniciei os processos de aprendizados, com jogos teatrais, e atividades de mimeses, primeira coisa que tive que instalar foi a regra de tirar toda a linguagem de LIBRAS, das cenas. Então propunha sempre uma improvisação, como exemplo, (como você acorda?) e eles tinham que mostra de forma expressiva essa vivencia deles.
Percebi com isso a dificuldade deles em não fazer a libras, muitos iam sentar em uma cadeira e faziam o sinal de sentar; então os provoquei bastante e fui bem rígido com a regra de não utilizar a LIBRAS. Vendo essa problemática, estabeleci para mim meso um cronograma de pesquisa, como tenho a intenção de levar essa pesquisa para o TCC, penso em estar com eles até Dezembro de 2016, no ano a qual eu me formo, sendo assim dividir em 4 semestre.
1º SEMESTRE 2015 - Fazer um trabalho para que eles experimente o fazer teatral a interação e contato com o publico, Trabalhando ao que fosse de seu convive-o e trabalhar a dilatação dos movimentos.
2° SEMESTRE 2015 - Trabalhar o potencial que a expressão da LIBRAS, traz de forma contida e internalizada, buscando o naturalismo.
1° SEMESTRE 2016 - Trabalhar o controle entre a dilatação e contenção da expressão.
2° SEMESTRE 2016 - Te uma montagem, intimista que consiga trazer o publico e sensação do real e também do distanciamento da realidade. Brincar entre o naturalismo e o teatral como os acerbos do teatro de rua.
Essas são as metas que traço para minha linha de pequisa, inicio agora com a dilatação do corpo e da expressão.
Eugênio Barba diz que um corpo - em - vida é mais que um corpo que vive. "Um corpo - em- vida dilata a presença do ator e a percepção do espectador (...) o corpo dilatado é acima de tudo um corpo incandescente, no sentido científico do termo: as partículas que compõem o comportamento cotidiano foram excitadas e produzem mais energia, sofreram um incremento de movimento, separam-se mais, atraem-se com mais força, num espaço mais amplo ou reduzido".
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